Nós vemos hoje de uma forma generalizada, uma busca pelo Deus que dá riquezas, que supri de riquezas os seus adoradores. O D’us verdadeiro faz isso?
Sim!
Mas se olharmos de uma maneira mais critica os que receberam de D’us grandes riquezas materiais, não as estavam procurando. Os adoradores sinceros, não buscavam o que D’us pudesse lhes conceder, eles buscavam a presença de D’us, a aprovação de D’us, o amor de D’us, a companhia de D’us.
Um texto que fica sempre ecoando dentro da minha cabeça, e além de ser uma oração que eu faço pelo menos 3 vezes ao dia: é D’varim 6:4 – “Ouve Ysrael o Eterno é nosso D’us, o Eterno é Um. E amarás ao Eterno seu D’us de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu poder.” E Vayikra 19:18 – “ e amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
Este texto não fala daquilo que o Eterno vai fazer para gente. Mas o que a gente tem que fazer para Ele. D’varim manda a gente amar o Eterno, sem que ele fizesse nada por nós. Devemos ama-Lo somente porque Ele é nosso D’us. Isso parece simples, mas é justamente o contrário do que se prega por aí. Não há promessa nenhuma, apenas uma ordem ‘amarás o Eterno teu D’us’.
Vamos ama-Lo somente porque Ele é o nosso D’us. Não há menção a comida, bebida, dinheiro, roupas, casas, carros, posição social, nada.
Amamos o Eterno simplesmente por quem Ele é: NOSSO D’US.
Em última análise esse é o princípio do monoteísmo. Adorar a D’us, porque Ele é D’us. Não pelo o que Ele pode ou tem feito. A adoração baseada em resultados é um sinal de ídolo, idolatria.
O ídolo é que é assim, eu o adoro baseado nos benefícios que ele me trás.
O próprio Jesus, hoje em dia é um ídolo, ele está fora das características reais do Mashiach Judeu, foram do contexto judaico, transforma pela graça a igreja no israel de Deus. Tudo isso, fora do contexto, do pensamento, da visão, da filosofia e da terra de Israel. E isso o transformou em um ídolo. Um ídolo pagão. O que faz em última instância a observação do cristianismo ocidental como uma religião pagã.
É só observar o panteão de deuses (santos) católicos cristãos. A eles são atribuído poderes específicos como aos deuses pagãos do panteão greco-romano.
Santos da cura, da visão, das causas impossíveis, dos endividados e daí por diante...
Pode até parecer chocante, mas até os cristãos protestantes e evangélicos, se analisados sob a ótica monoteísta, que é: “Adoro à D’us, porque Ele é D’us e fora Dele não há outro que seja D’us. Ele é Todo-poderoso, criador de todas as coisas e de todos que existem.”
Os crentes protestantes e evangélicos, nem eles dentro da cristandade, são capazes de passar na prova do monoteísmo. Caem numa prova simples porque ainda estão presos à teologia romana idolatra. É só entrevista-los: eles acreditam na trindade católica. O que não tem apoio na teologia bíblica. É uma teologia criada pela igreja católica. Ela é conflitante com a afirmação da Torah de que A-do-nay é UM. Se D’us é UM, não pode ser três. Se Yeshua é o próprio A-do-nay, porque Ele diz não saber a data do seu retorno?
Ele se esqueceu? Se se esqueceu não é D’us.
Ele está mentindo? Se está mentindo não pode ser D’us nem mesmo Mashiach.
Nem uma das opções acima. Ele não respondeu por que Ele simplesmente não sabe. Porque só o próprio A-do-nay é quem sabe destes tempos e datas.
Se Yeshua é D’us, então há mais de um D’us. Então a Bíblia entra em conflito consigo mesma. Pois ela afirma que D’us é UM.
Como explicamos isso?
Yeshua é Divino, mas não é D’us, Ele é HaMashiach. E Ele dá prova disso em Apocalipse 3:12, Ele diz que àquele que vencer Ele fará coluna do Templo do D’us Dele. Vê, se Yeshua tem um D’us, Ele mesmo não é D’us.
O que os cristãos nunca entenderam é que Yeshua representa o próprio A-do-nay, sem sê-Lo. Ele é a manifestação da Shechinah, do peso da presença do D’us Vivo.
Yeshua é a materialização da presença e da Glória do D’us Todo-Poderoso. O homem foi criado segundo a imagem, conforme a semelhança de Yeshua, O Filho de D’us. Porque o homem não poderia ser criado à imagem e conforme a semelhança de D’us, porque D’us é espírito. E o espírito é amórfico, sem forma. Mas o Filho de D’us, este tem forma, imagem e configuração. Foi a Ele que Yaakov viu, quando lutou com Ele. E depois testemunhou. “Vi a D’us face a face e minha alma foi salva.”
Ora, nos sabemos que o único que revela a face de D’us ao homem e lhe salva a alma é o Mashiach Yeshua. Sendo assim, Yaakov lutou com o Mashiach Yeshua, viu a D’us, teve sua vida transformada, sua alma salva e seu nome mudado para Ysrael.
Quando o cristianismo não reconhece este princípio da representação, ele tira o Mashiach do contexto bíblico e o trasnforma em algo que não é bíblico e nem tem conexão com o D’us de Ysrael. E isso o transforma em um ídolo. Eu não sou mudado, eu adapto o ídolo a mim. De acordo com os meus interesses e espectativas.
O que aconteceu com Yaakov é um encontro do adorador monoteísta. Ele foi tocado, isso marcou sua vida e sua carne. Ele foi tocado em seu espírito a ponto de ter seu nome mudado. O encontro mudou sua essência, sua reputação. Mudou sua unção.
Com o Messias da trindade, não há encontro, não há transformação. Não existe mudança. Porque ele não faz mudar. Ele se adapta ao que o adora. Ele vai sempre estar da maneira que você quer que ele esteja.
Ele nunca vai te tocar e marcar a sua carne com o encontro que trás a manifestação do D’us Vivo. O Messias da trindade não vai trocar seu nome. Ele mesmo é quem teve seu nome trocado para se adaptar melhor à você.
Yeshua, é um nome que incomoda. É um nome judeu.
E quem são os judeus?
Um povo desprezado o oriente médio. Desterrados pelo império Romano. É um absurdo o salvador da humanidade pertencer a um povo tão desprezível como esse.
Então resolveram esse problema, mudaram seu nome para Jesus, e o ligaram a Roma, ao Império que dominou o mundo. Algo de mais respeito e melhor reputação.
Novamente caímos no problema do ídolo.
Transformamos a verdade que é algo absoluto, em algo relativo, e adaptável as minhas necessidades e conveniências.
Esse, o Mashiach judeu, incomodava. Nós o transformamos em cristo romano. Ele continua salvando a humanidade, mas não tem ligação com aquele pequeno e pobre povo do deserto da judéia, ou melhor Palestina. Temos que apagar todos os rastros.
Assim a salvação universal fica mais palpável, mais fácil de ser vendida. Vai precisar de menos explicações, pois está adaptada. E não obriga ninguém a ser adaptar à Verdade Bíblica.
Mas como conviver com os textos bíblicos e as adaptações idolotaras?
Fácil!!
É só espiritualizar os textos e retirar deles a sua literalidade, veracidade e historicidade. Eles simplesmente se tornaram lendas santas.
E quando você tira a autoridade da Palavra não existe mais uma ética interpretativa. Pois os textos estão espiritualizados. O que gerou uma série de doutrinas e criaram tantas denominações cristãs.
É por isso que hoje, nós trabalhamos e pregamos o retorno às bases morais e éticas. Um retorno á filosofia bíblica. Sabe qual é essa filosofia?
É a filosofia daquele pequeno povo do deserto da judéia, aquele povo que D’us escolheu para entregar a sua Torah, a sua Palavra, as revelações dos seus Profetas. O povo com o qual ele fez as Alianças, o povo através do qual ele trouxe a este mundo Yeshua, nosso Salvador.
Nós temos que viver as coisas como elas são. Temos que acabar com essa ignorância de separar a Palavra de D’us em Antigo e Novo. Isso não existe. Isso é mais uma criação da idolatria, para fazer você não se adaptar ao D’us de Ysrael e deixar para o esquecimento, porque o que é Antigo.
Todo o alicerce da Bíblia e da sua confiança em D’us estão lá no dito Antigo Testamento. Uma casa sem alicerce acaba caindo. E é isso que eles esperam da sua confiança do D’us Vivo.
Onde você descobre que a vinda de Yeshua é uma promessa de D’us. Só nos Profetas, mas se eles estão no antigo testamento. Nós devemos dar uma importância maior. Temos que eliminar essas marcações do sistema idolatra e voltar para a pureza da Palavra.
Na filosofia judaica não há nada de separação de antigo e novo na Palavra. A Palavra é separada em Tanach, abreviação de Torah, Neevim e Ketuvim e temos a Brit HaDasha a Nova Aliança.
Na filosofia bíblica tudo tem a mesma validade, só foram apresentadas cronologicamente em época diferentes.
Mas todas são uma coisa só a Palavra de D’us. E ela é toda valida. A Palavra de D’us não perde a validade, ela é uma forma da eternidade tocar a historia do homem.
Por isso te convoco, faça um exame de si mesmo. E firme a sua vida no monoteísmo bíblico, vivendo um relacionamento com o D’us de Ysrael. E não usando do D’us de Ysrael para seus propósitos. Se adapte ao monoteísmo bíblico. Para que você não seja achado entre os idolatras.
Os idolatras não herdarão do reino de D’us.
O maravilhoso é permanecer crente no D’us Único, monoteísta. Crente no D’us de Ysrael.
Muitas vezes também as pessoas se voltam para a idolatria é porque o monoteísmo exige exercício mental e coragem.
Seja então inteligente e corajoso. Seja monoteísta. Seja crente no D’us Único de Ysrael.
Shalom aleichem!!
César
alves.avner@r7.com
domingo, 17 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Quem ensina e quem educa? O que a Torah fala sobre isso?
A estrutura do povo hebreu é até nos dias de hoje, ainda, uma estrutura tribal, baseada na família. Sendo assim, ela dá, e sempre deu muita importância aos pais, aos mais velhos, aos que vieram antes de nós.
Meu povo existe até hoje, porque Avraham educou Ytzchaaq, Ytzchaaq educou Yaakov, Yaakov educou os doze patriarcas das tribos e eles assim por diante, seguiram educando seus filhos.
Dvarim(Dt) 6:6-7 – “E estarão estas palavras que eu te ordeno hoje, no teu coração, e as inculcarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”.
As palavras de D’us, as Suas alianças conosco, de onde viemos, para onde D’us está nos levando. Tudo isso é obrigação da família, dos pais de passarem para as gerações seguintes. Quantas pessoas sofrem hoje em dia por não terem um passado palpável, conhecido. Você tem contado a história da sua família para seus filhos?
Por que deve ser a família e não a escola que ensina estes valores?
Porque juntos com estes valores a família ainda passa, moral e ética. Coisas que a escola não consegue passar. Moral e ética a escola só consegue aplicar. Para se ensinar moral e ética, é preciso exemplo e reputação.
Exemplo e reputação na escola são valores relativos, mas na família estes valores são absolutos.
Ninguém discute a autoridade dos pais. Ou a moral deles ou a sua ética. Porque elas são conhecidas e é deles que vem toda a família.
É a família que pode formar um advogado com ética, moral e amor ao próximo (civismo). A faculdade só tem capacidade de formar o advogado. O profissional em si, pronto para o exercício da profissão. Mas o que fará dele um profissional integro, honesto e que produz para a sociedade e para o bem comum, não é a instrução que ele recebeu na faculdade, mas a educação que ele recebeu em casa, na sua família.
Em época de eleição, nós vemos os políticos discutindo sobre educação, e reforma da educação e melhoria da educação. Quando vejo isso, digo: Que perda de tempo! Deveriam estar discutindo aquilo que eles podem promover, que é a instrução, a melhoria da instrução, a reforma da instrução. Governo ou instituição nenhuma a não ser a família é capaz de desenvolver educação. Ela foi capacitada por D’us para tal.
O que ocorre hoje, é que para comodismo dos pais modernos. Estão tentando transferir a tarefa da família para a escola. E os noticiários provam que isto não funciona e não tem como dar certo.
A escola não é capaz de proibir um garoto de andar armado. Ela não sabe ensinar a ele que com essa atitude ele põe sua vida e a dos outros em risco. Só a família é capaz de promover essa mudança de comportamento. Porque os valores da família são absolutos os da escola são relativos.
Por isso eu oro a D’us e escrevo este texto, para tentar como família de D’us influenciar meus irmãos a educarem seus filhos e serem filhos de D’us responsáveis. Responsáveis com o tempo em que vivemos e com o Reino de D’us que começa em nós. Mt 5:14 “Vós sois a luz do mundo, não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;”. Se nós não iluminarmos as coisas, as situações e as pessoas ao nosso redor não estamos cumprindo a Palavra de D’us. Cabe à cada um de nós como Corpo do Mashiach mostrar e apontar os erros, e também mostrar e apontar a soluções. Pois, nós as temos. A Palavra de D’us é capaz de tratar toda e qualquer área das nossas vidas. Basta termos coragem e confiança em D’us para podermos mudar. E inculcar na próxima geração os valores de D’us, quando estivermos em nossa casa, quando estivermos andando pelo nosso caminho, quando formos deitar e quando nos levantarmos. Que a Torah da bondade esteja sempre em nossos lábios.
Que o Eterno nos abençoe e nos ajude a educar os nossos filhos segundo a Palavra e a Vontade Dele, em nome de Yeshua HaMashiach!!
Shalom aleichem!!
César
alves.avner@r7.com
Meu povo existe até hoje, porque Avraham educou Ytzchaaq, Ytzchaaq educou Yaakov, Yaakov educou os doze patriarcas das tribos e eles assim por diante, seguiram educando seus filhos.
Dvarim(Dt) 6:6-7 – “E estarão estas palavras que eu te ordeno hoje, no teu coração, e as inculcarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”.
As palavras de D’us, as Suas alianças conosco, de onde viemos, para onde D’us está nos levando. Tudo isso é obrigação da família, dos pais de passarem para as gerações seguintes. Quantas pessoas sofrem hoje em dia por não terem um passado palpável, conhecido. Você tem contado a história da sua família para seus filhos?
Por que deve ser a família e não a escola que ensina estes valores?
Porque juntos com estes valores a família ainda passa, moral e ética. Coisas que a escola não consegue passar. Moral e ética a escola só consegue aplicar. Para se ensinar moral e ética, é preciso exemplo e reputação.
Exemplo e reputação na escola são valores relativos, mas na família estes valores são absolutos.
Ninguém discute a autoridade dos pais. Ou a moral deles ou a sua ética. Porque elas são conhecidas e é deles que vem toda a família.
É a família que pode formar um advogado com ética, moral e amor ao próximo (civismo). A faculdade só tem capacidade de formar o advogado. O profissional em si, pronto para o exercício da profissão. Mas o que fará dele um profissional integro, honesto e que produz para a sociedade e para o bem comum, não é a instrução que ele recebeu na faculdade, mas a educação que ele recebeu em casa, na sua família.
Em época de eleição, nós vemos os políticos discutindo sobre educação, e reforma da educação e melhoria da educação. Quando vejo isso, digo: Que perda de tempo! Deveriam estar discutindo aquilo que eles podem promover, que é a instrução, a melhoria da instrução, a reforma da instrução. Governo ou instituição nenhuma a não ser a família é capaz de desenvolver educação. Ela foi capacitada por D’us para tal.
O que ocorre hoje, é que para comodismo dos pais modernos. Estão tentando transferir a tarefa da família para a escola. E os noticiários provam que isto não funciona e não tem como dar certo.
A escola não é capaz de proibir um garoto de andar armado. Ela não sabe ensinar a ele que com essa atitude ele põe sua vida e a dos outros em risco. Só a família é capaz de promover essa mudança de comportamento. Porque os valores da família são absolutos os da escola são relativos.
Por isso eu oro a D’us e escrevo este texto, para tentar como família de D’us influenciar meus irmãos a educarem seus filhos e serem filhos de D’us responsáveis. Responsáveis com o tempo em que vivemos e com o Reino de D’us que começa em nós. Mt 5:14 “Vós sois a luz do mundo, não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;”. Se nós não iluminarmos as coisas, as situações e as pessoas ao nosso redor não estamos cumprindo a Palavra de D’us. Cabe à cada um de nós como Corpo do Mashiach mostrar e apontar os erros, e também mostrar e apontar a soluções. Pois, nós as temos. A Palavra de D’us é capaz de tratar toda e qualquer área das nossas vidas. Basta termos coragem e confiança em D’us para podermos mudar. E inculcar na próxima geração os valores de D’us, quando estivermos em nossa casa, quando estivermos andando pelo nosso caminho, quando formos deitar e quando nos levantarmos. Que a Torah da bondade esteja sempre em nossos lábios.
Que o Eterno nos abençoe e nos ajude a educar os nossos filhos segundo a Palavra e a Vontade Dele, em nome de Yeshua HaMashiach!!
Shalom aleichem!!
César
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