segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Para pensar e refletir
Um senhor ficou muito chateado com a abertura de uma loja concorrente em frente à sua, vendendo os mesmos produtos dele. Certo dia, no auge de sua angústia, tomou uma decisão. Pegou seu cavalo e sua charrete e viajou até a longínqua cidade de Tzans. Ele visitou o Rabino de Tzans e começou a difamar o dono da loja concorrente, dizendo que estava acabando com sua parnassá, seu sustento, e pediu para que o Rabino interviesse e pedisse para ele fechar a loja o mais rápido possível!
O Rabino escutou o relato dele e perguntou, "Como é que você chegou aqui?"
"Eu vim com meu cavalo e minha charrete," respondeu o homem.
"E o cavalo bebeu água durante esta longa viagem?" perguntou o Rabino.
"Óbvio, várias vezes o levei para beber no rio," respondeu o comerciante, sem saber aonde o Rabino queria chegar.
"E você prestou atenção em algo esquisito que acontece toda vez que o cavalo bebe no rio?"
O homem não estava entendendo do que se tratava, e então o Rabino explicou: "Toda vez que o cavalo inclina sua cabeça para beber no rio, ao invés de beber a água ele dá patadas nela, e só depois começa a beber. Qual o motivo disso? É que quando o cavalo inclina sua cabeça para beber nas límpidas águas do rio, ele vê na sua frente um outro cavalo, que também está se posicionando para beber da mesma água. Na realidade, o que ele está vendo é a sua imagem refletida na água, porém ele é um cavalo, e não sabe que é a sua imagem que está vendo, e portanto pensa que há outro cavalo querendo beber da 'sua' água. Ele pensa o seguinte, 'Esse cavalo cara de pau vem aqui no meu pedaço justamente na hora em que eu quero beber; tanto lugar e ele tinha que vir beber justo aqui!' O cavalo pensa que seu 'concorrente' vai beber toda a água, e então ele começa a dar patadas na água até ficar enlameada e aí ele pensa que conseguiu 'expulsar' o outro cavalo. Só então é que ele se acalma e começa a beber da água turva."
O Rabino continuou dizendo: "Veja bem, o cavalo não tem a capacidade de entender que não há 'outro cavalo', e que tudo é apenas uma ilusão. E mesmo se houvesse outro cavalo, qual a diferença para ele se este bebesse também?! Por acaso no rio não há água suficiente para centenas de cavalos?! E no final das contas o que ele ganhou? Ele bebeu lama e não água!"
"Assim sendo," continuou o Rabino, "Gostaria de lhe perguntar: O que lhe importa se o outro comerciante abre uma loja perto da sua? Você acha que ele está tirando seus clientes e sua parnassá? Nós sabemos que o sustento de uma pessoa está decretado desde Rosh Hashaná e sabemos que nenhuma pessoa toca no que está destinado para outra pessoa, e também sabemos que o 'rio' do Criador é muito grande! A verdade, é que sua parnassá não está sendo afetada; no entanto, você está 'bebendo lama', tamanha a sua angústia. Portanto, fique tranquilo e volte contente para sua loja!"
(Vearev Na – vol.2)
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Avinu Shebashamayim
Avinu Shebashamayim, itkadesh Shimcha
Tavo Malchutecha, iasseh retsocha
Kevad shamayim, ken baaretz
Et lechem chukeinu ten lanu hayon
Uslach lanu al ha va'einu
Vel'atevienu lidei nissayon
Ki im haltsenu mim Harah
Ki lecha hamanlacha, hagevurah ve hatiferet
Leolmei olamim
Amen!
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